{"id":405,"date":"2012-09-10T07:00:40","date_gmt":"2012-09-10T07:00:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.encontrapelotas.com.br\/noticias\/?p=405"},"modified":"2013-08-16T14:16:57","modified_gmt":"2013-08-16T14:16:57","slug":"pelotas-professor-estuda-o-efeito-da-fotografia-nas-redes-sociais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrapelotas.com.br\/noticias\/pelotas-professor-estuda-o-efeito-da-fotografia-nas-redes-sociais\/","title":{"rendered":"Pelotas: Professor estuda o efeito da fotografia nas redes sociais"},"content":{"rendered":"<p>Um assunto rico, que certamente chama a aten\u00e7\u00e3o dos internautas, foi utilizado pelo professor das disciplinas de Fotografia dos cursos de Comunica\u00e7\u00e3o Social da\u00a0Universidade Cat\u00f3lica de Pelotas (UCPel), Carlos Recuero, para elaborar sua pesquisa de doutorado. Ele estudou o efeito da fotografia nas redes sociais e chegou \u00e0 conclus\u00e3o de que as imagens, al\u00e9m de gerarem um reconhecimento social por representa\u00e7\u00f5es e significa\u00e7\u00f5es, e contribu\u00edrem na constru\u00e7\u00e3o de uma ciberidentidade, servem para solidificar os relacionamentos por meio da visibilidade.<\/p>\n<p>E o que diria um usu\u00e1rio de redes sociais, que s\u00f3 no Facebook tem 236 \u00e1lbuns, alguns com quase 300 fotografias? Nem ele sabe precisar o total de imagens postadas. \u201cS\u00f3 se eu olhar e contar\u201d, diz o servidor p\u00fablico Sidnei Louro Jorge J\u00fanior, de 45 anos, que admite: o que lhe chama a aten\u00e7\u00e3o na rede \u00e9 justamente a capacidade de ilustrar, embora diga que n\u00e3o ande com a c\u00e2mera na m\u00e3o todos os dias.<\/p>\n<p>Sidnei conta que quando faz uma viagem, participa de eventos, algo diferenciado, a\u00ed gosta de registrar. \u201cMas n\u00e3o \u00e9 uma fissura\u201d, garante. Sobre as fotografias postadas pelos amigos, conta que olha se for de seu interesse. \u201cQuando s\u00e3o assuntos que t\u00eam a ver comigo ou dos meus amigos do Rio de Janeiro\u201d, acrescenta. N\u00e3o acredita que as redes sociais solidifiquem relacionamentos. Em seu entendimento, rede social \u00e9 um di\u00e1rio da vida moderna.<\/p>\n<p>Admite que as redes sociais tamb\u00e9m s\u00e3o um instrumento para dar recados para as pessoas. \u201cQuando posso dar um pitaco num, eu dou\u201d, fala, rindo. E n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 ele, ressalta que isso \u00e9 muito comum, pois cansa de acompanhar \u201cde camarote\u201d brigas alheias e exposi\u00e7\u00f5es mais acentuadas de muitas pessoas que n\u00e3o se preocupam com essa visibilidade. Sobre suas imagens, observa que existe um certo filtro: \u201cJ\u00e1 fui criticado por postar tantas fotos, mas n\u00e3o me preocupo com isso, s\u00f3 meus amigos podem ver\u201d, frisa.<\/p>\n<p>Pesquisa<\/p>\n<p>De acordo com a assessoria de comunica\u00e7\u00e3o da UCPel, Recuero fez a pesquisa para o doutorado em Letras pela universidade. Intitulada &#8216;O uso de fotografia como instrumento de linguagem na conversa\u00e7\u00e3o social&#8217;, constou de question\u00e1rio avaliativo atrav\u00e9s do aplicativo Google Docs, com a meta de computar a resposta de cem usu\u00e1rios de redes sociais (Twitter, Plurk, e-mail e Facebook). Abordou aspectos comportamentais entre a linguagem fotogr\u00e1fica e os efeitos que ela gera nas rela\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n<p><em>Fonte: Di\u00e1rio Popular<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um assunto rico, que certamente chama a aten\u00e7\u00e3o dos internautas, foi utilizado pelo professor das disciplinas de Fotografia dos cursos de Comunica\u00e7\u00e3o Social da\u00a0Universidade Cat\u00f3lica de Pelotas (UCPel), Carlos Recuero, para elaborar sua pesquisa de doutorado. 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